Já faz um tempo que venho refletindo sobre a sinceridade.
Porra - Sim, eu uso palavrão como interjeição - se todo mundo busca sinceridade nessa vida, por que diabos eu sofro tanto por exercitá-la? Sério, o que as pessoas querem de verdade? Eu sou daquele tipo que vai te avisar se aquela roupa não caiu bem em você e vou apontar um erro de portugês no seu post do Facebook ou Twitter pagando de intelectual, vou te avisar que aquele seu belisco é, na verdade, um canalha quando você estiver se iludindo, enfim.
Tive uma criação tão exemplar, que mentir e omitir são quase que inaceitáveis pra mim, sabe como? Não consigo simplesmente fingir ou abafar as coisas, porque o ato de esconder me incomoda um tanto. Não vou ser hipócrita e dizer que nunca menti, mas sabe o lance de "Mentiras sinceras me interessam" do Cazuza?
Tive uma criação tão exemplar, que mentir e omitir são quase que inaceitáveis pra mim, sabe como? Não consigo simplesmente fingir ou abafar as coisas, porque o ato de esconder me incomoda um tanto. Não vou ser hipócrita e dizer que nunca menti, mas sabe o lance de "Mentiras sinceras me interessam" do Cazuza?
E é aí que eu concluo que o problema é: Nem sempre as pessoas querem que a verdade seja dita. Elas querem que você diga o que elas querem ouvir e não o que você pensa realmente. Confuso?
A verdade, muitas vezes, exige que você esteja preparado para recebê-la ou aceitá-la e, obviamente, você não está pronto pra isso, porque ela pode machucar. Mas ainda assim fica a questão: O que convém mais, um nocaute imediato do que é real ou porradas que você apenas adia se iludindo longe da verdade e mentindo pra si mesmo?
Será mesmo?
Deixo vocês, corajosos leitores, com essa reflexão.